terça-feira, 28 de maio de 2013

Tempo


O tempo passa,
já se passaram vários dias, vários meses, vários anos...

As horas parecem voar, mas pra mim o relógio parece não andar!!!

A decepção junto com o frio, congelaram meu coração.
O ar que esta por toda parte, pra mim parece faltar.

Eu que olho a todo momento as horas no meu celular, 
pra ver se você pensou em me escrever ou ligar!!!

Haaa, claro que não!!!!
Você jamais pensaria em ligar assim como eu penso em não discar!

Os dias vão passar, os meses também, depois os anos,
em fim o tempo vai passar.
Eu não sei se vou lembrar ou se vou esquecer...

Eu sei que o Tempo vai passar!!!


Vanessa Gonçalves




Pra você que se foi...


Penso em você todas as horas do dia.

Sonho com você cada vez que fecho os olhos.
Procuro por você em todas as partes e o ENCONTRO EM CADA DETALHE.

Cheguei a pensar que o havia perdido e,
Quando mais preciso de você, VOCÊ APARECE NAS COISAS MAIS SIMPLES.

Fazendo-me lembrar  que nunca se foi e continua comigo.
Penso em você, acordo e sinto saudades mesmo dormindo.
E mesmo que já não lembre o som da sua voz,
Você fala comigo a cada instante e ainda me faz sorrir,
POIS MESMO DE LONGE ESTAMOS LIGADOS

Esta comigo e me diz: “sorria”, mesmo de longe, e sorrio para você.
PORQUE SEI QUE VOCÊ ME VÊ,
E que vai se sentir FELIZ!!!



Vanessa Gonçalves

Amor



As lagrimas que não caem, ferem.
E o meu choro, já não mais cabe no peito.
Esta doido????

Essa dor corta-me a fala, tapa-me os ouvidos.
Ferem me os olhos com o ruido,
E sangra o que já estava ferido!!!

Sem querer, brincamos de amor
E sem perceber, eu te amei.
De repente, eu sinto que posso te perder
E a saudade já me aperta o peito e me faz tremer.

Na água clara da cachoeira
Senti no corpo a liberdade, senti na alma a paz.
Na beleza do ser existente
Senti presença infinita de um outro ser
Mesmo que no peito deste
o vazio agora pareça pertencer!!!
Imagens : Desenho de Coração

Vanessa Gonçalves

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Amor em fase final



Pensei em você, no passado da minha vida...
No passado que vive comigo

O frio, a chuva caindo.
E eu pensando que nada disso e nem daquilo teria volta!!!

Olhando pela janela do ônibus a paisagem,
pensando que em cada um daqueles lugares tinha um pouco de você e um pouco de nós, e que agora são só lugares!!!

Os meus olhos procuravam por você em todas as partes ou cantos, ou por qualquer vestígio seu que fosse.
Isso me deixaria feliz, haa e como!

Sem querer voltar pro passado, quando me dou conta estou completamente apegada a ele!!!

Sem querer dizer uma só palavra que fosse.
Prefiro ficar olhando tudo o que acontece a minha volta, as pessoas, o tempo!!!

O tempo!!!
O presente que não sai do passado.
O presente que não para de pensar no futuro que ainda esta ligado ao passado.

Será que da pra entender?
Não, com certeza não...

Não dá pra entender os mistérios do coração.
Não existe entendimento para a palavra amor

E como uma flor, nasce, desabrocha, e de repente, mucha, seca, até que morre.
é assim que acontece na vida real.

Vanessa Gonçalves






sábado, 25 de maio de 2013

Uma historia de amor verdadeira!!!

Uma História de Amor Verdadeira......

Eu retornava pra casa, em um dia muito frio quando tropecei em uma carteira.
Procurei por algum meio de identificar o dono.
Mas a carteira só continha três dólares e uma carta amassada,
que parecia ter ficado ali por muitos anos.
No envelope, muito sujo, a única coisa legível era o endereço do remetente.
Comecei a ler a carta tentando achar alguma dica.
Então eu vi o cabeçalho.
A carta tinha sido escrita quase sessenta anos atrás.
Tinha sido escrita com uma bonita letra feminina em azul claro sobre um papel
de carta com uma flor ao canto esquerdo.
A carta dizia que sua mãe a havia proibido de se encontrar com Michael mas
ela escrevia a carta para dizer que sempre o amaria.
Assinado Hannah.
Era uma carta bonita, mas não havia nenhum modo, com exceção do nome
Michael, de identificar o dono.
Entrei em contato com a cia. telefônica, expliquei o problema ao operador e
lhe pedi o número do telefone no endereço que havia no envelope.
O operador disse que havia um telefone mas não poderia me dar o número.
Por sua própria sugestão, entrou em contato com o número,
explicou a situação e fez uma conexão daquele telefone comigo.
Eu perguntei à senhora do outro lado, se ela conhecia alguém chamada Hannah.
Ela ofegou e respondeu:
- "Oh! Nós compramos esta casa de uma família que tinha uma filha chamada Hannah.
Mas isto foi há 30 anos!"
- "E você saberia onde aquela família pode ser localizada agora?"
Eu perguntei.
- "Do que me lembro, aquela Hannah teve que colocar sua mãe em um asilo
alguns anos atrás", disse a mulher.
"Talvez se você entrar em contato eles possam informar".
Ela me deu o nome do asilo e eu liguei.
Eles me contaram que a velha senhora tinha falecido alguns anos atrás mas eles
tinham um número de telefone onde acreditavam que a filha poderia estar vivendo.
Eu lhes agradeci e telefonei.
A mulher que respondeu explicou que aquela Hannah estava morando agora em um asilo.
A coisa toda começa a parecer estúpida, pensei comigo mesmo.
Pra que estava fazendo aquele movimento todo só para achar o dono de uma
carteira que tinha apenas três dólares e uma carta com quase 60 anos?
Apesar disto, liguei para o asilo no qual era suposto que Hannah estava
vivendo e o homem que atendeu me falou,
- " Sim, a Hannah está morando conosco."
Embora já passasse das 10 da noite, eu perguntei se poderia ir para vê-la.
- "Bem", ele disse hesitante,
"se você quiser se arriscar, ela poderá estar na sala assistindo a televisão".
Eu agradeci e corri para o asilo.
A enfermeira noturna e um guarda me cumprimentaram à porta.
Fomos até o terceiro andar.
Na sala, a enfermeira me apresentou a Hannah.
Era uma doçura, cabelo prateado com um sorrisso calmo e um brilho no olhar.
Lhe falei sobre a carteira e mostrei a carta.
Assim que viu o papel de carta com aquela pequena flor à esquerda,
ela respirou fundo e disse,
- "Esta carta foi o último contato que tive com Michael".
Ela pausou um momento em pensamento e então disse suavemente,
- "Eu o amei muito. Mas na ocasião eu tinha só 16 anos e minha mãe achava
que eu era muito jovem.
Oh, ele era tão bonito.
Ele se parecia com Sean Connery, o ator".
- "Sim," ela continuou.
"Michael Goldstein era uma pessoa maravilhosa.
Se você o achar, lhe fale que eu penso freqüentemente nele.
E", ela hesitou por um momento, e quase mordendo o lábio, "lhe fale que eu
ainda o amo.
Você sabe", ela disse sorrindo com lágrimas que começaram a rolar
em seus olhos,
"eu nunca me casei.
Eu jamais encontrei alguém que correspondesse ao Michael..."
Eu agradeci a Hannah e disse adeus.
Quando passava pela porta da saída, o guarda perguntou,
- "A velha senhora pode lhe ajudar?"
- "Pelo menos agora eu tenho um sobrenome.
Mas eu acho que vou deixar isto para depois.
Eu passei quase o dia inteiro tentando achar o dono desta carteira".
Quando o guarda viu a carteira, ele disse,
- "Ei, espere um minuto!
Isto é a carteira do Sr. Goldstein.
Eu a reconheceria em qualquer lugar.
Ele está sempre perdendo a carteira.
Eu devo tê-la achado pelos corredores ao menos três vezes".
- "Quem é Sr. Goldstein?" Eu perguntei com minha mão começando a tremer.
- "Ele é um dos idosos do 8º andar.
Isso é a carteira de Mike Goldstein sem dúvida.
Ele deve ter perdido em um de seus passeios".
Agradeci o guarda e corri ao escritório da enfermeira.
Lhe falei sobre o que o guarda tinha dito.
Nós voltamos para o elevador e subimos.
No oitavo andar, a enfermeira disse,
- "Acho que ele ainda está acordado.
Ele gosta de ler à noite.
Ele é um homem bem velho."
Fomos até o único quarto que ainda tinha luz e havia um homem lendo um livro.
A enfermeira foi até ele e perguntou se ele tinha perdido a carteira.
Sr. Goldstein olhou com surpresa, pondo a mão no bolso de trás e disse,
- "Oh, está perdida!"
- "Este amável cavalheiro achou uma carteira e nós queremos saber se é sua?"
Entreguei a carteira ao Sr. Goldstein, ele sorriu com alívio e disse,
- "Sim, é minha! Devo ter derrubado hoje a tarde. Eu quero lhe dar uma recompensa".
- "Não, obrigado", eu disse.
"Mas eu tenho que lhe contar algo.
Eu li a carta na esperança de descobrir o dono da carteira".
O sorriso em seu rosto desapareceu de repente.
- "Você leu a carta?"
"Não só li, como eu acho que sei onde a Hannah está".
Ele ficou pálido de repente.
- "Hannah? Você sabe onde ela está? Como ela está?
É ainda tão bonita quanto era? Por favor, por favor me fale", ele implorou.
- "Ela está bem... E bonita da mesma maneira como quando você a conheceu".
Eu disse suavemente.
O homem sorriu e perguntou,
- "Você pode me falar onde ela está? Quero chamá-la amanhã ".
Ele agarrou minha mão e disse,
"Eu estava tão apaixonado por aquela menina que quando aquela carta chegou,
minha vida literalmente terminou.
Eu nunca me casei. Eu sempre a amei."
- "Sr. Goldstein", eu disse, "Venha comigo".
Fomos de elevador até o terceiro andar.
Atravessamos o corredor até a sala onde Hannah estava assistindo televisão.
A enfermeira caminhou até ela, "Hannah,
" ela disse suavemente, enquanto apontava para Michael que estava esperando
comigo na entrada. "Você conhece este homem?"
Ela ajeitou os óculos, olhou um momento, mas não disse uma palavra.
Michael disse suavemente, quase em um sussurro, - "Hannah, é o Michael. Lembra-se de mim?"
- "Michael! Eu não acredito nisto! Michael! É você! Meu Michael!"
Ele caminhou lentamente até ela e se abraçaram.
A enfermeira e eu partimos com lágrimas rolando em nossas faces.
- "Veja", eu disse. "Veja como o bom Deus trabalha! Se tem que ser, será!".
Aproximadamente três semanas depois eu recebi uma chamada do asilo em meu escritório.
-"Você pode vir no domingo para assistir a um casamento?
O Michael e Hannah vão se amarrar"!
Foi um casamento bonito, com todas as pessoas do asilo devidamente
vestidos para a celebração.
Hannah usou um vestido bege claro e bonito.
Michael usou um terno azul escuro.
O hospital lhes deu o próprio quarto e se você sempre quis ver uma
noiva com 76 anos e um noivo com 79 anos agindo como dois adolescentes,
você tinha que ver este par.
Um final perfeito para um caso de amor que tinha durado quase 60 anos...


Autor Desconhecido

sexta-feira, 24 de maio de 2013

São somente lembranças


São somente lembranças....

Lembranças de quando a gente era criança...
Que a gente brincava de casinha, pega-pega, carinho, na piscina, de namoradinhos!!!

Lembranças de você chorando quando a gente brigava...
E depois fazia as pazes como se nada tivesse acontecido!!!

Lembrança de sentir ciumes do meu amiguinho quado tinha outra criança diferente por perto...

Lembranças de querer brincar  tempo todo....

Lembranças de como e ser criança,
a final, como e bom ser criança?

Desejar aquele brinquedo da vitrine por dias...
Jogar bola na rua,
Pular corda!!!
Fazer amiguinhos, faz tudo parte da doce infância...

haaa....

Como é bom ser criança!


:)

Vanessa Gonçalves



quinta-feira, 23 de maio de 2013

eu concordo....



eu concordo com o passarinho.....

concordo que todos precisamos de ter um ninho....

Que todos nós precisamos ir atrás dos nossos sonhos!!!

Que todos nos precisamos ser felizes... 


Vanessa Gonçalves

Saudade...



vish, vish, vish


que saudade que me dar... de te agarrar, de te beijar, de me entregar!!!
Que saudade você!!!

Daquele seu sorriso mais lindo, que se abre todas as manhas...
Da sua doce voz dizendo que me ama.

Daquelas brincadeiras idiotas que só nos mesmos conseguia entender.
Que saudade de você!!!

Saudade de te ver chegar, com seu jeito desajeitado...
que colocava as mãos no bolso... rsrsrs

Saudade e tudo o que me dar,

Saudade de amar!!!


Vanessa Gonçalves